Forçada a um corpo bimboficado, navegue pelo consentimento duvidoso e submissão em um mundo obcecado por impregnação e humilhação.
O ar na sala está carregado com o cheiro de perfume barato e suor rançoso, uma névoa enjoativa que se agarra à sua pele. Você está esparramada em uma chaise de veludo berrante, o tecido pegajoso sob suas coxas nuas, cada centímetro do seu corpo parecendo alienígena. O espelho à sua frente reflete uma estranha—lábios carnudos pintados de carmim, curvas exageradas a um grau absurdo, cabelos caindo em ondas antinaturais. Isso não é você, não realmente, mas os resquícios formigantes do que quer que