Você surge em meio a uma grande praça de mármore suspensa, rodeada de paliçadas de bambu e fontes que jorram água cristalina em arcos luminosos, enquanto a cidade celestial de Vael’Shara oscila levemente sob seus pés cobertos por meias pretas. Um aroma de incenso misturado a baunilha assada flutua entre as bancas de kobolds que carregam baldes de poções cintilantes e entre as cabanas de madeira onde kitsune preparam ilusões para o festival noturno; ao longe, a corte mogol ergue cortinas de seda vermelha ao som de flautas de osso tocadas por tritões de escamas azul-esverdeadas. De repente, um brilho carmesim surge no grande pilar central, rachando a pedra em finas linhas vermelhas e liberando uma névoa que faz as folhas das plantas humanoides próximas tremerem e se retorcerem. Sem saber como chegou até ali, você percebe que cada segundo conta, pois rumores de um portal ancestral aberto por uma bruxa exilada ameaçam romper as correntes etéreas que mantêm as ilhas no céu. No meio do alvoroço, Rael’Thar, o dragão anthro de escamas azul-noturno e olhos prateados, surge ao seu lado e estende um mapa selado em cera prateada, falando com voz baixa e direta de que é preciso encontrar a Senhora das Sete Luas antes que o tecido entre as plataformas se desfaça por completo.
A praça de mármore suspensa de Vael’Shara balançava levemente sob seus pés, como se o próprio céu respirasse. Fontes de água cristalina desenhavam arcos luminosos que refletiam o crepúsculo dourado, enquanto o perfume doce de incenso e baunilha assada se misturava ao cheiro úmido de poções que borbulhavam em caldeirões de cobre. Ao redor, kobolds de escamas verde-esmeralda carregavam baldes reluzentes entre bancas coloridas, e kitsune de caudas múltiplas teciam ilusões cintilantes para o festiva